A INFLUÊNCIA DO
CONTEXTO EDUCACIONAL E SOCIOECONÔMICO SOBRE A PERSPECTIVA DOS JOVENS EM RELAÇÃO
AO IMPEACHMENT¹
Romário Milhomem da Cruz
Licenciado em Pedagogia
Faculdade
de Filosofia Ciências e Letras de Boa Esperança – FAFIBE
romariocruz-adm@outlook.com
Maria Ivanice Duarte Ribeiro
Licenciada Plena em Pedagogia
Associação
Faculdade de Ribeirão Preto - AFARP
ivaniceduarte@outlook.com
Edvan da Silva Oliveira
Licenciado em Ciências com habilitação em Matemática
Universidade
Estadual do Maranhão – UEMA
ed.artelivre@hotmail.com
RESUMO
Este
trabalho traz como proposta uma análise acerca de como o contexto educacional e
socioeconômico, pode influenciar no direcionamento da perspectiva sobre fatos
políticos dos jovens integrantes do movimento sócioreligioso Pastoral da
Juventude, detentora de um histórico de lutas em prol dos direitos da juventude.
Utilizou-se como objeto o impeachment instaurado contra a ex-presidenta Dilma
Rousseff. Para atingir o objetivo da pesquisa, realizou-se com apoio de
lideranças do movimento a nível estadual, uma pesquisa por meio de formulário
eletrônico, em 10 dioceses onde encontram-se agentes desse movimento e na
Arquidiocese de São Luís. Buscou-se uma análise quantitativa, sobre a visão política
dos entrevistados, relacionando-a com o grau de instrução e o meio social. Este
trabalho apresenta um jovem maranhense com um perfil mais crítico e formador de
opinião, capaz de apontar consequências socioeconômicas acerca das últimas
transformações do cenário político brasileiro.
Palavras-Chave: Política.
Educação. Juventude. Perspectiva.
ABSTRACT
This paper
proposes an analysis about how the educational and socio-economic context, can
influence the direction of perspective on political events of the members of
the movement SOCIO-RELIGIOUS SECTOR young youth ministry, which holds a history
of struggles for the rights of youth. It was used as the object initiated
impeachment against former President Dilma Rousseff. To achieve the goal of the
research was conducted with support movement leaders at the state level, a
survey through electronic form, in 10 dioceses which are agents of this
movement and in the Archdiocese of St. Louis. We sought an analysis
quantitative, on the political views of the respondents, relating it to the
level of education and the social environment. This paper presents a young
maranhense with a more critical profile and opinion leader, able to point
socio-economic consequences on the latest changes in the Brazilian political
scene.
Keywords:
Politics. Education. Youth. Perspective.
¹Artigo
cientifico original desenvolvido sobre análise de pesquisa realizada por
iniciativa própria dos autores em parceria com a Pastoral da Juventude do
Maranhão (Regional V).
INTRODUÇÃO
Este trabalho foi realizado com o
objetivo de verificar como a educação, a economia e o grupo social no qual o
jovem maranhense está inserido, podem interferir ou influenciar na perspectiva
sobre a política nacional. E para tal, fora realizado uma pesquisa, na qual, se
teve como objeto de análise a ótica adotada pelos membros da pastoral da
juventude maranhense, acerca do processo de impeachment instaurado contra a
ex-presidenta Dilma Rousseff. Para se alcançar o objetivo deste trabalho, a
pesquisa foi realizada com o apoio de líderes e militantes da pastoral da
juventude maranhense, tendo como instrumento de coleta de dados um formulário
eletrônico, divulgado dentro do território Regional NE V (Maranhão) da Igreja
Católica, composto por 11 dioceses e pela a arquidiocese de São Luís, desses
apenas a Diocese de Bacabal não participou da pesquisa.
A democratização
do conhecimento propiciou o surgimento de um ambiente cheio de mudanças no
perfil da sociedade. Nos últimos cinquenta anos observou-se que a juventude
brasileira vem trilhando um caminho emancipatório, cada vez mais crítica e
formadora de opinião. Admite-se que parte desse novo perfil, surge da
oportunidade de acesso ao conhecimento, o que está sendo facilitado pelas novas
tecnologias, que associada
à dimensão política e social, tornou a juventude capaz de alcançar um novo
nível de interação social. Souza (1995, p. 154), afirma que;
O pior
analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, não participa dos
acontecimentos políticos. [...] Não sabe o imbecil que da sua ignorância política
nascem a prostituta, o menor abandonado, o assaltante e o pior de todos os
bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas
nacionais e multinacionais.
Ligando
o ideal da pastoral da juventude a formação educacional, se obtém um jovem
moderno, conquistador do seu espaço na sociedade, através de lutas por mais
educação, liberdade de expressão, cultura, direitos e oportunidades
igualitários. Conforme Thomaz e Oliveira (2009, p. 03), valores como
solidariedade, responsabilidade, afetividade, respeito, honestidade,
tolerância, amizade e companheirismo são exemplo de valores que são essenciais
à formação do cidadão crítico autônomo e participativo.
Por isso, que se faz comum nos grupos de
base da pastoral, um trabalho ativo na construção educacional de valores
sólidos, visando um jovem ativo e capaz de influenciar nos rumos de sua
comunidade. Pois, acredita-se que educar não é apenas instruir, mas oferecer
uma experiência significativa que prepare para a vida (THOMAZ E OLIVEIRA, 2009,
p. 03)
1 O NOVO ROSTO DA
JUVENTUDE BRASILEIRA: O JOVEM POLITICAMENTE EDUCADO, CRÍTICO E FORMADOR DE
OPINIÕES
“Quais são os problemas
que mais preocupam os jovens atualmente?”, “O que os jovens valorizam no
Brasil?” e “Como eles avaliam a importância da política?” (UNE, 2016), esses
entre outros questionamentos estão surgindo na sociedade, que cada vez mais
busca compreender o perfil do novo jovem brasileiro. O jovem, que anteriormente
tinha sua participação na vida pública restrita, está cada vez mais
influenciando os rumos que o país vem tomando.
Conforme observado por
Andrade (2012), no Brasil, a oferta de educação passou por uma grande mudança
iniciada nos anos 90, onde universalizou-se as modalidades de ensino
fundamental, médio e superior, triplicando o índice de matrículas nesta última.
Esse cenário patrocinou uma transformação no perfil da juventude, que está mais
ativa em todos os ambientes da sociedade.
Em pesquisa realizada pela Agenda
Juventude Brasil 2013, tentou-se levantar o pensamento da juventude brasileira
em relação à política, observou-se que 54% dos entrevistados vêm compreendendo
a política como um fator importante para a vida em sociedade, que 29% ainda não
a tem como fator de destaque no seu dia a dia mais reconhecem a importância da
mesma. Apenas 16% consideram a política não importante (UNE, 2016).
Essas informações expõem uma mudança na
prioridade da juventude. Segundo Rodrigues (2016), 63% da juventude vem expondo
uma necessidade de transformação do cenário nacional, e afirmam que o Brasil já
deu passos largos neste caminho. Segundo uma pesquisa realizada pela Data
Popular, publicada na revista IstoÉ de setembro de 2016, 72% dos entrevistados
acreditam que galgaram uma melhoria de vida nos últimos anos. Nesta mesma
pesquisa, os resultados reafirmam uma característica especial encontrada na
juventude, trata-se de uma visão idealista de um mundo melhor, assim, 92% dos
entrevistados admitem ter a capacidade de transformarem o mundo. E como o jovem
pode mudar o mundo? Essa resposta encontra-se naqueles 70% que afirma ser
possível conquistar essa mudança através do voto, reconhecendo assim, que a
política tem um papel marcante no dia-a-dia do cidadão brasileiro.
Analisando as manifestações
iniciadas em junho de 2013, estendendo-se ao ano de 2016, é notório que o
grande personagem trata-se da juventude brasileira, que independente da
diversidade de interesses, mobilizou-se e foi às ruas reivindicar mudanças na
política nacional. Esse maior envolvimento dos jovens foi estimulado pelo sentimento
de revolta e indignação. Conforme dados apresentados na Agenda Juventude Brasil
2013,
45% acreditam que a “participação em mobilizações de rua e
outras ações diretas” seja uma delas. A esse dado, por si só revelador, se
somam 44% de menções à “atuação em coletivos que se organizam em torno de uma
causa” e 35% à “atuação em conselhos, conferências, audiências e outros canais
de participação desse tipo”. Outros 34% incluem a atuação via “internet,
opinando e cobrando políticos e governantes” e 30% referem-se à “atuação em
partidos políticos” como forma de ação política potente para melhorar as coisas
no país. (UNE, 2016)
O jovem moderno não está conformado
com a conjuntura nacional, traz uma diferença de ser atuante na sua comunidade,
por isso quer ser ouvido, e se faz ouvir, pois, encontra-se cada vez mais
envolvido em ações e mobilizações em prol da coletividade, atua maciçamente
representando os interesses da sociedade pública, e exerce forte influência na
política, cultura e na economia.
Com a interação patrocinada pela
globalização, a ampla aptidão da juventude de captar e incorporar as mudanças
provocadas pelos avanços da tecnologia age na perspectiva e atitudes desses
jovens, e conforme Meirelles (apud
RODRIGUES, 2016) são mais contestadores políticos, porque os jovens dessa
geração utilizam-se de uma régua muito mais rigorosa para medir a qualidade do
serviço público do que seus pais.
O jovem de hoje não admite ser
censurado, e atingido pelo sucesso de diversas políticas públicas e programa de
qualidade de ensino, distribuição de renda, redução da pobreza e pleno emprego
(RODRIGUES, 2016), assim, depois de ter experimentado uma possibilidade de vida
cada vez mais digna, estão cobrando mais e mais dos políticos brasileiros.
2
A PASTORAL DA
JUVENTUDE: IDEOLOGIA, LUTAS E AÇÕES
A pastoral da Juventude – PJ, é um
movimento de ação social ligado a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil –
CNBB, e que está presente na América Latina. No Brasil, a sua história se
confunde com a luta dos jovens por mais espaços, direitos e propostas
desafiadoras a uma vida em sociedade mais digna e igualitária.
Conforme Silva (2009), a Pastoral da
Juventude iniciou sua caminhada por volta dos anos 60 a 70, através da Ação
Igreja Católica – AIC, direcionada para a Juventude Agrária Católica – JAC,
Juventude Estudantil Católica – JEC, Juventude Universitária Católica – JUC, e
Juventude Operária Católica – JOC, organizações que atuaram contra o Golpe de
1964, buscando direitos para a juventude. A PJ absorveu muito da AIC, da
Teologia da Libertação – uma linha que dá preferência aos pobres, e recorre à
utilidade das ciências humanas e sociais, e a Pedagogia do Oprimido de Paulo
Freire, que traz como proposta uma metodologia de relacionamento entre
educador, indivíduo e sociedade em uma visão crítica da educação sistematizada
por ideais marxistas.
Em todas as ações e projetos
permanentes da Pastoral da Juventude, prevalece à ideologia da luta pela vida
dos jovens comprometendo ao convite do evangelho cristão de vida plena. Na
Civilização do Amor não pode haver morte, preconceito, dor e extermínio.
(PASTORAL DA JUVENTUDE, 2014). Esse movimento busca está atuante em todas as
esferas da sociedade onde o jovem está presente. Políticas públicas, segurança
em todos os aspectos, liberdade e bem-estar são os objetivos onde se edifica as
estratégias de operação e intervenção política nos variados ambientes da
sociedade organizada (poder público e sociedade civil), com a pretensão de
mobilizar a juventude em prol da garantia de seus direitos.
Com os novos rumos da educação e da
política nacional, a juventude inserida nesse movimento está orientada a uma
ideologia de defesa pela democracia, ampliação dos espaços de ação e pela
garantia de direitos cada vez mais desenvolvidos.
Portanto, a Pastoral da Juventude
atua como uma defensora dos diretos destinados aos jovens, e para que se garantam
os mesmos, articula-se em todos os âmbitos e níveis da política, economia e
cultura, demandando os anseios da juventude brasileira.
3 A EDUCAÇÃO E A
FORMAÇÃO DOS JOVENS INTEGRANTES DA PASTORAL DA JUVENTUDE MARANHENSE
A pastoral da Juventude do estado do
Maranhão faz parte do território Regional NE V da Igreja Católica do Brasil, e
é composta por 11 dioceses e 1 Arquidiocese. Durante o levantamento dos dados,
a participação dos jovens por diocese fora bem equilibrada, sendo que somente
não se obteve resultados da Diocese de Bacabal.
Durante a pesquisa, constatou-se que o
índice de escolaridade dos entrevistados está caracterizado por índices
regulares de educação, onde 57,7% já estão inseridos ou concluíram uma educação
de nível superior, e 38,3% estão com escolaridade de nível médio ou técnico. O
que justifica o fato dos jovens serem formadores de opinião altamente críticos aos
problemas sociais.
Gráfico 02: Grau de Escolaridade – Jovens da
Pastoral da Juventude no Maranhão
Os entrevistados demonstraram ter conhecimento
em disciplinas relacionadas às ciências sociais e humanas. 71,4% dos
entrevistados responderam ter conhecimento ou interesse na disciplina de ética
e cidadania, 83,2% em filosofia, 27,7% em ciência política, 55,5% em formação
econômica do Brasil, 21% em economia, 23,5% noções em direito e 77,3% em
sociologia.
Porém, apesar de um nível de
escolaridade favorável, observou-se que o nível médio de renda per capita das
famílias desses jovens ainda não é satisfatório, quase dois terços destes tem
renda per capita abaixo de um salário mínimo e meio.
Gráfico 03: Renda per capita dos
entrevistados
3.1
Perspectiva
política
Em se tratando de políticas públicas
para a juventude, 77,9% dos entrevistados respondeu ter sido beneficiado por
programas governamentais de assistencialismo, melhoria de renda ou oportunidade
educacional, sendo que 47,8% afirmaram ter sido beneficiados pelo Bolsa
Família, 12,4 pelo SISU (Sistema de Seleção Unificada), 4,4% pelo FIES (Fundo
de Financiamento Estudantil), 6,2 pelo PRONATEC (Programa Nacional de Acesso ao
Ensino Técnico e Emprego), 0,9 pelo Minha Casa Minha Vida e 6,2 por outros
programas não listados na pesquisa.
Devido à característica atuante e
intervencionista da Pastoral da juventude no Maranhão, constatou que 79,2% dos
casos, a política é assunto presente nos debates dos grupos de base ou no
círculo de amizade desses jovens. Sendo que, na formação desses jovens 73,3%
acreditam ter capacidade para discernir e diferenciar a política de direita e
esquerda. Verificou-se que 76% viram o impeachment como uma batalha camuflada
entre as correntes as capitalistas e socialistas.
Quase em sua totalidade, os jovens que
participaram desta pesquisa, acreditam na teoria de que o Brasil está
vivenciando um momento de crise, onde 67,8% afirmam serem política e econômica,
18,2% dizem tratar-se apenas de uma crise política e 9,9% diz ser uma crise
econômica.
3.2
A ótica da
juventude sobre o Impeachment de Dilma Rousseff
Quando os entrevistados foram
questionados se acompanharam o processo de impeachment de Dilma Rousseff, 52,9%
responderam que sim, 45,5 que acompanharam parcialmente alguns fatos, outros
1,6% responderam que não acompanharam ou somente tinha informação do que outras
pessoas lhe comunicavam.
Buscando compreender como os jovens da
PJ maranhense avaliaram o governo da ex-presidente, 66,7% manifestaram uma
visão positiva ao período em que Dilma Rousseff esteve no comando da nação
brasileira, e um terço em média respondeu que esse governo foi regular ou
insatisfatório. Em se tratando das acusações de crime de pedaladas fiscais
contra a ex-presidenta, 75% acreditam ser injustas e por isso tem ela como inocente
16,7% julga ela como culpada e os outros 8,3% não detêm conhecimento necessário
para manifestar uma opinião sobre o assunto. Durante a pesquisa, os
entrevistados foram questionados se eram a favor ou contra o processo de impeachment
instalado contra Dilma Rousseff, 82,5% se posicionaram contra, 9,2% a favor e
8,3% decidiram se manter neutro a respeito.
Na abordagem sobre as teorias de defesa
e acusação, 77,3% dos entrevistados concordaram com a teoria de que o processo
de impeachment trata-se de um golpe movido por interesses políticos, em posição
contraria 22,7% acreditam que o processo de impedimento foi necessário, onde
19,3% desses a que se posicionaram a favor, afirmaram que o ideal seria o
afastamento de toda a chapa presidencial eleita. Com a consumação do processo
de impedimento, 94,2% dos entrevistados manifestaram interesse por realização
de novas eleições para o sucessor de Dilma Rousseff na presidência do Brasil.
Na visão econômica, 86,7% aderiram à ideia de que o resultado obtido no
impedimento da ex-presidenta irá afetar de modo negativo a economia nacional,
não somente perante o mercado internacional, mais prejudicará também programas/projeto
sociais e culturais, que tanto contribuíram para o desenvolvimento da sociedade
brasileira.
CONCLUSÃO
Quando surgiu a iniciativa de tentar
compreender como o contexto educacional e socioeconômico direciona a
perspectiva política da juventude da pastoral da juventude do maranhão, não se
imaginava quão forte poderia ser a influência de uma postura social adotada
pelo movimento, ainda mais se reforçada pela democratização do conhecimento e
do acesso à educação.
Um histórico de lutas originado na
década de 60, durante o período da Ditadura Militar, hoje é refletido por
manifestações e uma participação mais ativa dos jovens nos meios de discussão
social. O jovem moderno não admite uma regressão política, e está criticamente
maduro para definir a sua linha de militância e trajetória social, assim, não é
de se estranhar que diante de uma transição política, que a juventude desse movimento
adquira um posicionamento político de esquerda, e vejam o impeachment de Dilma
Rousseff como um golpe de Estado.
Então, conforme os dados levantados
pode-se reafirmar que a juventude moderna adquiriu um novo rosto, que está em
vantagem tecnológica, que está mais preocupada com o conhecimento, com a
sociedade e com a política, tendo voz e força para brigar pelos seus
interesses, e que está cada vez mais unida na garantia dos seus direitos e do
seu espaço na sociedade.
REFERÊNCIAS
ANDRADE,
Cibele Yahn. Acesso ao ensino superior
no Brasil: equidade e desigualdade social. UNICAMP. 31/07/2012. Disponível
em:
<https://www.revistaensinosuperior.gr.unicamp.br/artigos/acesso-ao-ensino-superior-no-brasil-equidade-e-desigualdade-social>.
Acessado em: 13 de setembro de 2016.
PASTORAL
DA JUVENTUDE (Cnbb). A juventude quer
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< http://www.pj.org.br/projetos/a-juventude-quer-viver/>. Acessado em 14
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RODRIGUES,
Alan. O que os jovens pensam sobre a
política. ISTOÉ, Ed. 2440, 09.09.2016 Disponível em: <
http://istoe.com.br/380009_O+QUE+OS+JOVENS+PENSAM+SOBRE+A+POLITICA/>
Acessado em: 10 de setembro de 2016.
SILVA,
Lourival Rodrigues da. Pastoral da
Juventude: Um jeito de ser e fazer.
Orientações para a caminhada: um CORPO em construção. São Paulo: CCJ, 2009.
SOUZA,
Sônia M. Ribeiro de. Um outro
olhar: Filosofia. São Paulo: FTD, 1995.
THOMAZ,
Lurdes; OLIVEIRA, Rita de Cassia. A
Educação e a formação do cidadão crítico, autônomo e participativo. 2009.
UNE,
União Nacional dos Estudantes. Pesquisa
Revela Interesse de Jovens Brasileiros pela Política. Disponível em:
<http://www.une.org.br/2013/08/pesquisa-revela-interesse-dos-jovens-brasileiros-pela-politica/>.
Acessado em: 13 de setembro de 2016.
Baixe o pdf aqui: http://www.slideshare.net/mariocruzpowwh/a-influncia-do-contexto-educacional-e-socioeconmico-sobre-a-perspectiva-dos-jovens-em-relao-ao-impeachment
Baixe o pdf aqui: http://www.slideshare.net/mariocruzpowwh/a-influncia-do-contexto-educacional-e-socioeconmico-sobre-a-perspectiva-dos-jovens-em-relao-ao-impeachment


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