segunda-feira, 14 de novembro de 2016


A INFLUÊNCIA DO CONTEXTO EDUCACIONAL E SOCIOECONÔMICO SOBRE A PERSPECTIVA DOS JOVENS EM RELAÇÃO AO IMPEACHMENT¹

Romário Milhomem da Cruz
Licenciado em Pedagogia
Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Boa Esperança – FAFIBE
romariocruz-adm@outlook.com

Maria Ivanice Duarte Ribeiro
Licenciada Plena em Pedagogia
Associação Faculdade de Ribeirão Preto - AFARP
ivaniceduarte@outlook.com

Edvan da Silva Oliveira
Licenciado em Ciências com habilitação em Matemática
Universidade Estadual do Maranhão – UEMA
ed.artelivre@hotmail.com

RESUMO

Este trabalho traz como proposta uma análise acerca de como o contexto educacional e socioeconômico, pode influenciar no direcionamento da perspectiva sobre fatos políticos dos jovens integrantes do movimento sócioreligioso Pastoral da Juventude, detentora de um histórico de lutas em prol dos direitos da juventude. Utilizou-se como objeto o impeachment instaurado contra a ex-presidenta Dilma Rousseff. Para atingir o objetivo da pesquisa, realizou-se com apoio de lideranças do movimento a nível estadual, uma pesquisa por meio de formulário eletrônico, em 10 dioceses onde encontram-se agentes desse movimento e na Arquidiocese de São Luís. Buscou-se uma análise quantitativa, sobre a visão política dos entrevistados, relacionando-a com o grau de instrução e o meio social. Este trabalho apresenta um jovem maranhense com um perfil mais crítico e formador de opinião, capaz de apontar consequências socioeconômicas acerca das últimas transformações do cenário político brasileiro.

Palavras-Chave: Política. Educação. Juventude. Perspectiva.

ABSTRACT

This paper proposes an analysis about how the educational and socio-economic context, can influence the direction of perspective on political events of the members of the movement SOCIO-RELIGIOUS SECTOR young youth ministry, which holds a history of struggles for the rights of youth. It was used as the object initiated impeachment against former President Dilma Rousseff. To achieve the goal of the research was conducted with support movement leaders at the state level, a survey through electronic form, in 10 dioceses which are agents of this movement and in the Archdiocese of St. Louis. We sought an analysis quantitative, on the political views of the respondents, relating it to the level of education and the social environment. This paper presents a young maranhense with a more critical profile and opinion leader, able to point socio-economic consequences on the latest changes in the Brazilian political scene.

Keywords: Politics. Education. Youth. Perspective.


¹Artigo cientifico original desenvolvido sobre análise de pesquisa realizada por iniciativa própria dos autores em parceria com a Pastoral da Juventude do Maranhão (Regional V).

INTRODUÇÃO
           
Este trabalho foi realizado com o objetivo de verificar como a educação, a economia e o grupo social no qual o jovem maranhense está inserido, podem interferir ou influenciar na perspectiva sobre a política nacional. E para tal, fora realizado uma pesquisa, na qual, se teve como objeto de análise a ótica adotada pelos membros da pastoral da juventude maranhense, acerca do processo de impeachment instaurado contra a ex-presidenta Dilma Rousseff. Para se alcançar o objetivo deste trabalho, a pesquisa foi realizada com o apoio de líderes e militantes da pastoral da juventude maranhense, tendo como instrumento de coleta de dados um formulário eletrônico, divulgado dentro do território Regional NE V (Maranhão) da Igreja Católica, composto por 11 dioceses e pela a arquidiocese de São Luís, desses apenas a Diocese de Bacabal não participou da pesquisa.
A democratização do conhecimento propiciou o surgimento de um ambiente cheio de mudanças no perfil da sociedade. Nos últimos cinquenta anos observou-se que a juventude brasileira vem trilhando um caminho emancipatório, cada vez mais crítica e formadora de opinião. Admite-se que parte desse novo perfil, surge da oportunidade de acesso ao conhecimento, o que está sendo facilitado pelas novas tecnologias, que associada à dimensão política e social, tornou a juventude capaz de alcançar um novo nível de interação social. Souza (1995, p. 154), afirma que;

O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, não participa dos acontecimentos políticos. [...] Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nascem a prostituta, o menor abandonado, o assaltante e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.

 Ligando o ideal da pastoral da juventude a formação educacional, se obtém um jovem moderno, conquistador do seu espaço na sociedade, através de lutas por mais educação, liberdade de expressão, cultura, direitos e oportunidades igualitários. Conforme Thomaz e Oliveira (2009, p. 03), valores como solidariedade, responsabilidade, afetividade, respeito, honestidade, tolerância, amizade e companheirismo são exemplo de valores que são essenciais à formação do cidadão crítico autônomo e participativo.
Por isso, que se faz comum nos grupos de base da pastoral, um trabalho ativo na construção educacional de valores sólidos, visando um jovem ativo e capaz de influenciar nos rumos de sua comunidade. Pois, acredita-se que educar não é apenas instruir, mas oferecer uma experiência significativa que prepare para a vida (THOMAZ E OLIVEIRA, 2009, p. 03)

1            O NOVO ROSTO DA JUVENTUDE BRASILEIRA: O JOVEM POLITICAMENTE EDUCADO, CRÍTICO E FORMADOR DE OPINIÕES

“Quais são os problemas que mais preocupam os jovens atualmente?”, “O que os jovens valorizam no Brasil?” e “Como eles avaliam a importância da política?” (UNE, 2016), esses entre outros questionamentos estão surgindo na sociedade, que cada vez mais busca compreender o perfil do novo jovem brasileiro. O jovem, que anteriormente tinha sua participação na vida pública restrita, está cada vez mais influenciando os rumos que o país vem tomando.
Conforme observado por Andrade (2012), no Brasil, a oferta de educação passou por uma grande mudança iniciada nos anos 90, onde universalizou-se as modalidades de ensino fundamental, médio e superior, triplicando o índice de matrículas nesta última. Esse cenário patrocinou uma transformação no perfil da juventude, que está mais ativa em todos os ambientes da sociedade.
Em pesquisa realizada pela Agenda Juventude Brasil 2013, tentou-se levantar o pensamento da juventude brasileira em relação à política, observou-se que 54% dos entrevistados vêm compreendendo a política como um fator importante para a vida em sociedade, que 29% ainda não a tem como fator de destaque no seu dia a dia mais reconhecem a importância da mesma. Apenas 16% consideram a política não importante (UNE, 2016).
Essas informações expõem uma mudança na prioridade da juventude. Segundo Rodrigues (2016), 63% da juventude vem expondo uma necessidade de transformação do cenário nacional, e afirmam que o Brasil já deu passos largos neste caminho. Segundo uma pesquisa realizada pela Data Popular, publicada na revista IstoÉ de setembro de 2016, 72% dos entrevistados acreditam que galgaram uma melhoria de vida nos últimos anos. Nesta mesma pesquisa, os resultados reafirmam uma característica especial encontrada na juventude, trata-se de uma visão idealista de um mundo melhor, assim, 92% dos entrevistados admitem ter a capacidade de transformarem o mundo. E como o jovem pode mudar o mundo? Essa resposta encontra-se naqueles 70% que afirma ser possível conquistar essa mudança através do voto, reconhecendo assim, que a política tem um papel marcante no dia-a-dia do cidadão brasileiro.
            Analisando as manifestações iniciadas em junho de 2013, estendendo-se ao ano de 2016, é notório que o grande personagem trata-se da juventude brasileira, que independente da diversidade de interesses, mobilizou-se e foi às ruas reivindicar mudanças na política nacional. Esse maior envolvimento dos jovens foi estimulado pelo sentimento de revolta e indignação. Conforme dados apresentados na Agenda Juventude Brasil 2013,

45% acreditam que a “participação em mobilizações de rua e outras ações diretas” seja uma delas. A esse dado, por si só revelador, se somam 44% de menções à “atuação em coletivos que se organizam em torno de uma causa” e 35% à “atuação em conselhos, conferências, audiências e outros canais de participação desse tipo”. Outros 34% incluem a atuação via “internet, opinando e cobrando políticos e governantes” e 30% referem-se à “atuação em partidos políticos” como forma de ação política potente para melhorar as coisas no país. (UNE, 2016)

            O jovem moderno não está conformado com a conjuntura nacional, traz uma diferença de ser atuante na sua comunidade, por isso quer ser ouvido, e se faz ouvir, pois, encontra-se cada vez mais envolvido em ações e mobilizações em prol da coletividade, atua maciçamente representando os interesses da sociedade pública, e exerce forte influência na política, cultura e na economia.
            Com a interação patrocinada pela globalização, a ampla aptidão da juventude de captar e incorporar as mudanças provocadas pelos avanços da tecnologia age na perspectiva e atitudes desses jovens, e conforme Meirelles (apud RODRIGUES, 2016) são mais contestadores políticos, porque os jovens dessa geração utilizam-se de uma régua muito mais rigorosa para medir a qualidade do serviço público do que seus pais.
            O jovem de hoje não admite ser censurado, e atingido pelo sucesso de diversas políticas públicas e programa de qualidade de ensino, distribuição de renda, redução da pobreza e pleno emprego (RODRIGUES, 2016), assim, depois de ter experimentado uma possibilidade de vida cada vez mais digna, estão cobrando mais e mais dos políticos brasileiros.

2                    A PASTORAL DA JUVENTUDE: IDEOLOGIA, LUTAS E AÇÕES

A pastoral da Juventude – PJ, é um movimento de ação social ligado a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, e que está presente na América Latina. No Brasil, a sua história se confunde com a luta dos jovens por mais espaços, direitos e propostas desafiadoras a uma vida em sociedade mais digna e igualitária.
Conforme Silva (2009), a Pastoral da Juventude iniciou sua caminhada por volta dos anos 60 a 70, através da Ação Igreja Católica – AIC, direcionada para a Juventude Agrária Católica – JAC, Juventude Estudantil Católica – JEC, Juventude Universitária Católica – JUC, e Juventude Operária Católica – JOC, organizações que atuaram contra o Golpe de 1964, buscando direitos para a juventude. A PJ absorveu muito da AIC, da Teologia da Libertação – uma linha que dá preferência aos pobres, e recorre à utilidade das ciências humanas e sociais, e a Pedagogia do Oprimido de Paulo Freire, que traz como proposta uma metodologia de relacionamento entre educador, indivíduo e sociedade em uma visão crítica da educação sistematizada por ideais marxistas.
            Em todas as ações e projetos permanentes da Pastoral da Juventude, prevalece à ideologia da luta pela vida dos jovens comprometendo ao convite do evangelho cristão de vida plena. Na Civilização do Amor não pode haver morte, preconceito, dor e extermínio. (PASTORAL DA JUVENTUDE, 2014). Esse movimento busca está atuante em todas as esferas da sociedade onde o jovem está presente. Políticas públicas, segurança em todos os aspectos, liberdade e bem-estar são os objetivos onde se edifica as estratégias de operação e intervenção política nos variados ambientes da sociedade organizada (poder público e sociedade civil), com a pretensão de mobilizar a juventude em prol da garantia de seus direitos.
            Com os novos rumos da educação e da política nacional, a juventude inserida nesse movimento está orientada a uma ideologia de defesa pela democracia, ampliação dos espaços de ação e pela garantia de direitos cada vez mais desenvolvidos.
            Portanto, a Pastoral da Juventude atua como uma defensora dos diretos destinados aos jovens, e para que se garantam os mesmos, articula-se em todos os âmbitos e níveis da política, economia e cultura, demandando os anseios da juventude brasileira.

3       A EDUCAÇÃO E A FORMAÇÃO DOS JOVENS INTEGRANTES DA PASTORAL DA JUVENTUDE MARANHENSE

            A pastoral da Juventude do estado do Maranhão faz parte do território Regional NE V da Igreja Católica do Brasil, e é composta por 11 dioceses e 1 Arquidiocese. Durante o levantamento dos dados, a participação dos jovens por diocese fora bem equilibrada, sendo que somente não se obteve resultados da Diocese de Bacabal.
Durante a pesquisa, constatou-se que o índice de escolaridade dos entrevistados está caracterizado por índices regulares de educação, onde 57,7% já estão inseridos ou concluíram uma educação de nível superior, e 38,3% estão com escolaridade de nível médio ou técnico. O que justifica o fato dos jovens serem formadores de opinião altamente críticos aos problemas sociais.

Gráfico 02: Grau de Escolaridade – Jovens da Pastoral da Juventude no Maranhão

            Os entrevistados demonstraram ter conhecimento em disciplinas relacionadas às ciências sociais e humanas. 71,4% dos entrevistados responderam ter conhecimento ou interesse na disciplina de ética e cidadania, 83,2% em filosofia, 27,7% em ciência política, 55,5% em formação econômica do Brasil, 21% em economia, 23,5% noções em direito e 77,3% em sociologia.
            Porém, apesar de um nível de escolaridade favorável, observou-se que o nível médio de renda per capita das famílias desses jovens ainda não é satisfatório, quase dois terços destes tem renda per capita abaixo de um salário mínimo e meio.

Gráfico 03: Renda per capita dos entrevistados

3.1              Perspectiva política

            Em se tratando de políticas públicas para a juventude, 77,9% dos entrevistados respondeu ter sido beneficiado por programas governamentais de assistencialismo, melhoria de renda ou oportunidade educacional, sendo que 47,8% afirmaram ter sido beneficiados pelo Bolsa Família, 12,4 pelo SISU (Sistema de Seleção Unificada), 4,4% pelo FIES (Fundo de Financiamento Estudantil), 6,2 pelo PRONATEC (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego), 0,9 pelo Minha Casa Minha Vida e 6,2 por outros programas não listados na pesquisa.
Devido à característica atuante e intervencionista da Pastoral da juventude no Maranhão, constatou que 79,2% dos casos, a política é assunto presente nos debates dos grupos de base ou no círculo de amizade desses jovens. Sendo que, na formação desses jovens 73,3% acreditam ter capacidade para discernir e diferenciar a política de direita e esquerda. Verificou-se que 76% viram o impeachment como uma batalha camuflada entre as correntes as capitalistas e socialistas.
Quase em sua totalidade, os jovens que participaram desta pesquisa, acreditam na teoria de que o Brasil está vivenciando um momento de crise, onde 67,8% afirmam serem política e econômica, 18,2% dizem tratar-se apenas de uma crise política e 9,9% diz ser uma crise econômica.

3.2              A ótica da juventude sobre o Impeachment de Dilma Rousseff

Quando os entrevistados foram questionados se acompanharam o processo de impeachment de Dilma Rousseff, 52,9% responderam que sim, 45,5 que acompanharam parcialmente alguns fatos, outros 1,6% responderam que não acompanharam ou somente tinha informação do que outras pessoas lhe comunicavam.
Buscando compreender como os jovens da PJ maranhense avaliaram o governo da ex-presidente, 66,7% manifestaram uma visão positiva ao período em que Dilma Rousseff esteve no comando da nação brasileira, e um terço em média respondeu que esse governo foi regular ou insatisfatório. Em se tratando das acusações de crime de pedaladas fiscais contra a ex-presidenta, 75% acreditam ser injustas e por isso tem ela como inocente 16,7% julga ela como culpada e os outros 8,3% não detêm conhecimento necessário para manifestar uma opinião sobre o assunto. Durante a pesquisa, os entrevistados foram questionados se eram a favor ou contra o processo de impeachment instalado contra Dilma Rousseff, 82,5% se posicionaram contra, 9,2% a favor e 8,3% decidiram se manter neutro a respeito.
Na abordagem sobre as teorias de defesa e acusação, 77,3% dos entrevistados concordaram com a teoria de que o processo de impeachment trata-se de um golpe movido por interesses políticos, em posição contraria 22,7% acreditam que o processo de impedimento foi necessário, onde 19,3% desses a que se posicionaram a favor, afirmaram que o ideal seria o afastamento de toda a chapa presidencial eleita. Com a consumação do processo de impedimento, 94,2% dos entrevistados manifestaram interesse por realização de novas eleições para o sucessor de Dilma Rousseff na presidência do Brasil. Na visão econômica, 86,7% aderiram à ideia de que o resultado obtido no impedimento da ex-presidenta irá afetar de modo negativo a economia nacional, não somente perante o mercado internacional, mais prejudicará também programas/projeto sociais e culturais, que tanto contribuíram para o desenvolvimento da sociedade brasileira.

CONCLUSÃO

Quando surgiu a iniciativa de tentar compreender como o contexto educacional e socioeconômico direciona a perspectiva política da juventude da pastoral da juventude do maranhão, não se imaginava quão forte poderia ser a influência de uma postura social adotada pelo movimento, ainda mais se reforçada pela democratização do conhecimento e do acesso à educação.
Um histórico de lutas originado na década de 60, durante o período da Ditadura Militar, hoje é refletido por manifestações e uma participação mais ativa dos jovens nos meios de discussão social. O jovem moderno não admite uma regressão política, e está criticamente maduro para definir a sua linha de militância e trajetória social, assim, não é de se estranhar que diante de uma transição política, que a juventude desse movimento adquira um posicionamento político de esquerda, e vejam o impeachment de Dilma Rousseff como um golpe de Estado.
Então, conforme os dados levantados pode-se reafirmar que a juventude moderna adquiriu um novo rosto, que está em vantagem tecnológica, que está mais preocupada com o conhecimento, com a sociedade e com a política, tendo voz e força para brigar pelos seus interesses, e que está cada vez mais unida na garantia dos seus direitos e do seu espaço na sociedade.



REFERÊNCIAS

ANDRADE, Cibele Yahn. Acesso ao ensino superior no Brasil: equidade e desigualdade social. UNICAMP. 31/07/2012. Disponível em: <https://www.revistaensinosuperior.gr.unicamp.br/artigos/acesso-ao-ensino-superior-no-brasil-equidade-e-desigualdade-social>. Acessado em: 13 de setembro de 2016.

PASTORAL DA JUVENTUDE (Cnbb). A juventude quer viver. Projetos – Campanha A juventude quer viver – 2014. Disponível em: < http://www.pj.org.br/projetos/a-juventude-quer-viver/>. Acessado em 14 de setembro de 2016.

RODRIGUES, Alan. O que os jovens pensam sobre a política. ISTOÉ, Ed. 2440, 09.09.2016 Disponível em: < http://istoe.com.br/380009_O+QUE+OS+JOVENS+PENSAM+SOBRE+A+POLITICA/> Acessado em: 10 de setembro de 2016.

SILVA, Lourival Rodrigues da. Pastoral da Juventude: Um jeito de ser e fazer. Orientações para a caminhada: um CORPO em construção. São Paulo: CCJ, 2009.

SOUZA, Sônia M. Ribeiro de. Um outro olhar: Filosofia. São Paulo: FTD, 1995.

THOMAZ, Lurdes; OLIVEIRA, Rita de Cassia. A Educação e a formação do cidadão crítico, autônomo e participativo. 2009.


UNE, União Nacional dos Estudantes. Pesquisa Revela Interesse de Jovens Brasileiros pela Política. Disponível em: <http://www.une.org.br/2013/08/pesquisa-revela-interesse-dos-jovens-brasileiros-pela-politica/>. Acessado em: 13 de setembro de 2016.

Baixe o pdf aqui: http://www.slideshare.net/mariocruzpowwh/a-influncia-do-contexto-educacional-e-socioeconmico-sobre-a-perspectiva-dos-jovens-em-relao-ao-impeachment

Nenhum comentário:

Postar um comentário