Romário Milhomem da Cruz *
Dhayanne de Kácia Milhomem **
RESUMO
Quando nos referimos a Essência Humana temos três
dimensões: é um ser que tem alma ou espírito; é livre; é capaz de elaborar
valores e atuar de acordo com eles; vive em sociedade e tem uma história,
porque é capaz de evoluir de forma constante, possui uma linguagem convencional
humana e é capaz de produzir cultura.
Palavras-chave: Essência
humana. Valores. Sociedade
ABSTRACT
When we
refer to Human Essence we have three dimensions: it is a being that has a soul
or spirit; it's free; It is able to develop values and act accordingly; lives
in society and has a history, because it is able to evolve steadily, it has a
conventional human language and is capable of producing culture.
Keywords:
Human Essence. Values. Society
*Graduando em
Filosofia – Universidade Estadual do Maranhão. Técnico em Agropecuária –
Instituto Federal do Maranhão. Administrador – Instituto Superior de Educação,
Tecnologia e Desenvolvimento Social. Pedagogo – Faculdade de Filosofia,
Ciências e Letras de Boa Esperança. E-mail: romariocruz-adm@outlook.com.
** Turismologa –
Faculdade de Imperatriz. Letrologa – Universidade Estadual do Maranhão. Tutora
de Polo de Porto Franco. E-mail: dayannedekacia@hotmail.com.
INTRODUÇÃO
O homem por estar vivo e possuir um corpo, logo é
um animal e está sujeito às mesmas leis que governam todas as matérias vivas, tem
mobilidade, instinto de autopreservação para sua sobrevivência. Ele se
diferencia dos demais animais por ser racional e agir de formal intencional e
planejada sobre a natureza, além de adaptar a natureza às suas necessidades.
(MOURA, 2016).
O homem é
um ser psíquico, ou seja, possui identidade própria, o que lhe garante uma
singularidade. E por se tratar de um ser político ele não consegue viver
sozinho, pois necessita compartilhar de sua existência com os demais sujeitos
e, por isto muda constantemente tudo que está ao seu redor.
A antropologia pode ser conceituada
introdutoriamente como o resultado da aglutinação histórica de impressões,
fatos e ideias sobre a identidade do homem disperso em seus diferentes
ajuntamentos sociais. (MOURA, 2016).
CONCEITUANDO O HOMEM SEGUNDO A ANTROPOLOGIA
Na
ideologia antropológica o ambiente define o homem levando-o a desenvolver
língua, hábitos e formas de agrupamentos a partir do contexto. A sociologia não
vê o homem sozinho como homem, por definir este como um ser estritamente
social. A psicologia vê o homem como um ser autoconsciente enquanto a filosofia
o define como um ser moral e racional (como defendia Hegel). Para a teologia, o
fato de ser espiritual o distingue de toda a criação. Franz Boas interfere e
nos propõe que a cultura humana não é apenas o resultado do ambiente, mas sim o
resultado das ideias.
Segundo Kroeber, o homem está inserido na mecânica
da natureza de forma igual, pois, organicamente, possui necessidades
igualitárias a serem satisfeitas tais como o sono, alimentação, proteção, sexualidade
e etc. Porém a forma de suprir estas necessidades difere, certamente, de
agrupamento, de segmento social para segmento social. E isto seria cultura.
(ANTROPOS, 2008)
CONCLUSÃO
O homem, apesar de ser a célula menor no conceito
antropológico geral e cultural, também é o agente transformador. Desta forma
pode-se diferir o homem dos demais agentes da natureza, em termos culturais por
“sua capacidade de transmitir a história à geração vindoura, avalia-la de
acordo com seus atuais princípios e desejos, e recriá-la à luz de suas
expectativas”.
REFERÊNCIAS
MOURA, Eneide Pompiani de. Olhar Filosófico. Disponível em: <http://olhar-filosofico.blogspot.com.br/2012/03/visao-da-antropologia-filosofica-sobre.html>.
Acessado em 15 de Julho de 2016.
ANTROPOS, Instituto. Conceituado a Antropologia, a Cultura e o Homem. Disponível em:
< http://instituto.antropos.com.br/v3/index.php?option=com_content&view=article&id=57&catid=40:consultoria-antropologia&Itemid=9>
Acessado em 14 de Julho de 2016.
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